Nicholas passeando de carrinho
No seu terceiro ano de vida, Nicholas continuava seu tratamento com as mesmas terapias, sempre com avanços. As visitas aos médicos pediatra, neuropediatra, oftalmologista e ortopedista mantiveram-se. Seguindo sugestão do neuropediatra, procuramos o Instituto Laramara, entidade de apoio à deficientes visuais, iniciamos um tratamento com fisioterapeuta visual e acompanhamento de oftalmologista. Após algumas consultas, foi prescrito o uso de óculos, indicação de 8 (oito) graus, o que
pareceu ser adequado para o Nicholas, pois notamos que ele se sentiu bastante confortável com aquelas lentes, e em nenhum momento tentou tirar os óculos,
pois como não se podia ter uma resposta imediata dele, os profissionais basearam-se em suas expressões, ou seja, fixação do olhar, acompanhamento de objetos, luzes e cores, etc. Com o uso de óculos, Nicholas passou a se interessar um pouco mais para os brinquedos, notou-se que algumas cores lhe chamavam mais à atenção, e os pais foram orientados para utilizar algumas técnicas/brincadeiras com ele a fim de que, mesmo com a pouca visão, ele fosse estimulado. Nicholas continou usando aparelho para as pernas, ainda com pouco sucesso.
Nicholas e seu Pai José Alberto

Terceiro Ano