No seu segundo ano de vida, Nicholas continuou
com todas as terapias que já vinha fazendo, apresentando sempre avanços. Os
avanços eram passo a passo, ou seja, pequenos, porém existiam, isto era importante.
As visitas aos médicos pediatra, neuropediatra, cardiologista,
oftalmologista mantiveram-se, e em outubro
de 1997 constatou-se que a cardiopatia não mais existia. Assim as consultas
à cardiologista passaram a ocorrer de dois em dois anos, pois nenhuma repercussão
ocorreu durante os períodos. Neste período a fisioterapeuta notou um encurtamento
da perna direita do Nicholas, consultou-se um ortopedista, que diagnosticou
uma luxação anterior do quadril. Assim, Nicholas passou a usar um aparelho
para adução da perna.